Na senzala, com algemas de ferro.
O negro sonha, ama e goza sua liberdade emocional.
Constrói seu berimbau, sua caixa de batuque de candomblé.
A imagem da negra de pele macia,
Que se enfeita com pinturas da flora...
Na sala, em frente à televisão.
O branco está preso, à ditadura que a mídia impõe.
O negro acompanha a marca, o modelo.
As algemas são invisíveis, porem perigosas.
Algemas da alma, aprisionando nosso poder de escolha.
Vendendo para nós sonhos, que não são nossos.
Televisão, radio, meio de comunicação.
Prova da destruição, em massa
Poder da Alienação.
Marcelo Leite
O negro sonha, ama e goza sua liberdade emocional.
Constrói seu berimbau, sua caixa de batuque de candomblé.
A imagem da negra de pele macia,
Que se enfeita com pinturas da flora...
Na sala, em frente à televisão.
O branco está preso, à ditadura que a mídia impõe.
O negro acompanha a marca, o modelo.
As algemas são invisíveis, porem perigosas.
Algemas da alma, aprisionando nosso poder de escolha.
Vendendo para nós sonhos, que não são nossos.
Televisão, radio, meio de comunicação.
Prova da destruição, em massa
Poder da Alienação.

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